Um dia uma criança me parou. Tinha aparência de uns 5, 6 anos de idade. Ajoelhei, para ficar do seu tamanho, e perguntei o que aquele anjinho queria de mim.
Com a típica dificuldade de quem está começando agora a falar, a menina disse:
—Pocula minha mamãe, tia.
Quem seria a mãe dela? Porquê uma criança daquele tamanho estava desacompanhada dos pais?
—Não conheço sua mãe, bebê— respondi.
—Mas me ajuda a pocular, tia. Ela deve ta atás de mim até agola.
—E porquê você não está com ela?
—Puque eu tava correndo atás da boboleta, aí a minha mamãe num viu quando eu saí de peto dela.
—E você sabe onde ela está?— questionei.
—Aço que sei, tia...
Segurei a mão da menina e a levei no lugar onde ela me descrevera. De fato, a mãe dela estava louca da vida. Já havia a procurado por todos os cantos, e nada de encontrá-la.
Quando devolvi à ela a criança e lhe expliquei toda a história, a mulher chorou aliviada e me agradeceu emocionada. A criança, por sua vez, já no colo da mãe, olhou para mim e com um sorriso mais que lindo e cativante,pronunciou as seguintes palavrinhas:
—Bigada, tia!
Algumas lágrimas me escaparam dos olhos, e eu saí de lá com a intensa sensação de missão cumprida.
Caminhando, já bem longe dali, fiquei imaginando o tamanho da felicidade que aquela mulher estava sentindo, e acabei comparando o coração dela com o coração de Deus...
Sempre que um de Seus filhos fogem de casa, o coração do Senhor se entristece, feito o coração daquela pobre mulher. Porém, da mesma forma que aquela mulher recebeu sua filha de braços abertos, o Senhor recebe seus filhos.
Diariamente, pensei comigo mesma, nós fugimos dos braços Daquele que nos fortalece. Aquela menina saiu correndo em busca de uma simples borboleta, e inocentemente, se perdeu da mãe.
Nós, filhos e filhas de Deus, ficamos encantados com as coisas que o mundo pode nos oferecer e esquecemos que alguém que nos ama muito pode estar preocupado conosco.
Após este breve instante de reflexão, um rapaz passou correndo e esbarrou em mim. Não pediu desculpas,mas continuou correndo. Talvez ele estivesse apressado demais, ou talvez ele fosse mesmo um mal educado. Preferi pensar que ele estava apenas voltando para casa. Voltando para alguém que certamente o amava,com um amor incondicional...
Com a típica dificuldade de quem está começando agora a falar, a menina disse:
—Pocula minha mamãe, tia.
Quem seria a mãe dela? Porquê uma criança daquele tamanho estava desacompanhada dos pais?
—Não conheço sua mãe, bebê— respondi.
—Mas me ajuda a pocular, tia. Ela deve ta atás de mim até agola.
—E porquê você não está com ela?
—Puque eu tava correndo atás da boboleta, aí a minha mamãe num viu quando eu saí de peto dela.
—E você sabe onde ela está?— questionei.
—Aço que sei, tia...
Segurei a mão da menina e a levei no lugar onde ela me descrevera. De fato, a mãe dela estava louca da vida. Já havia a procurado por todos os cantos, e nada de encontrá-la.
Quando devolvi à ela a criança e lhe expliquei toda a história, a mulher chorou aliviada e me agradeceu emocionada. A criança, por sua vez, já no colo da mãe, olhou para mim e com um sorriso mais que lindo e cativante,pronunciou as seguintes palavrinhas:
—Bigada, tia!
Algumas lágrimas me escaparam dos olhos, e eu saí de lá com a intensa sensação de missão cumprida.
Caminhando, já bem longe dali, fiquei imaginando o tamanho da felicidade que aquela mulher estava sentindo, e acabei comparando o coração dela com o coração de Deus...
Sempre que um de Seus filhos fogem de casa, o coração do Senhor se entristece, feito o coração daquela pobre mulher. Porém, da mesma forma que aquela mulher recebeu sua filha de braços abertos, o Senhor recebe seus filhos.
Diariamente, pensei comigo mesma, nós fugimos dos braços Daquele que nos fortalece. Aquela menina saiu correndo em busca de uma simples borboleta, e inocentemente, se perdeu da mãe.
Nós, filhos e filhas de Deus, ficamos encantados com as coisas que o mundo pode nos oferecer e esquecemos que alguém que nos ama muito pode estar preocupado conosco.
Após este breve instante de reflexão, um rapaz passou correndo e esbarrou em mim. Não pediu desculpas,mas continuou correndo. Talvez ele estivesse apressado demais, ou talvez ele fosse mesmo um mal educado. Preferi pensar que ele estava apenas voltando para casa. Voltando para alguém que certamente o amava,com um amor incondicional...

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